segunda-feira, 26 de abril de 2010

Almoço, dia do do Trabalhador, 1 de Maio, em Lisboa, com o Presidente do Partido - Dr. Pedro Passos Coelho

Como é tradicional, os TSD vão assinalar o Dia do Trabalhador, com um almoço no Mercado da Ribeira, sito na Av. 24 de Julho, junto ao Cais do Sodré, em Lisboa. Participa o Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho.
Agradecemos a sua presença, bem como o seu empenho na mobilização dos nossos militantes e simpatizantes.
O almoço começa às 12H30 e termina pelas 14H30, para permitir a participação dos TSD noutras manifestações do 1.º de Maio.

O Secretário Geral
Arménio Santos

INSCRIÇÕES: Até ao dia 29 de Abril
Tel: 213955090/1 – 213642700/213631423
Fax: 213967080
Emails: tsdnacional@netcabo.pt – tsdnacional@gmail.com

Custo do almoço por pessoa - 7 Euros.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Quando o Sábio aponta para a Lua, o tolo olha para o dedo…

Sem dúvida, o flagelo do desemprego está a assolar cada vez mais o mundo em geral, e Portugal em particular.
Um dos maiores desafios de qualquer economia salutar é arranjar forma de fazer o capital circular, verificando-se actualmente o acumular excessivo de capital em pequenas partes da sociedade, em detrimento da escassez da restante maioria da população. Ora, isto provoca naturalmente uma paragem na circulação do capital, já que os mais atingidos – famílias das classes média, média-baixa e baixa – deixam de poder fazer face aos compromissos a crédito, assim como, em certos casos, à aquisição de bens essenciais. Isto tem vindo a acumular-se sucessivamente, sobretudo desde 1991, altura em que se negociou erradamente o valor do escudo face ao euro, agravando-se acentuadamente a partir de 1995, altura em que se perdeu definitivamente a confiança no mercado português.
Qual a solução? É urgente valorizar o factor trabalho! Nunca se pagou tão pouco pelo trabalho, seja ele qualificado ou não. É impensável que dentro da União Europeia hajam tantas discrepâncias económicas do ponto de vista salarial, com “castigos” fiscais tão díspares que variam de país para país, para quererem aplicar a mesma política económica comum a todos os Estados-Membros. Saint-Simon, nos inícios do século XIX, fez uma parábola sobre a visão trabalhista da sociedade, que dizia se pegarmos na classe intelectual e os mandássemos ao mar, o país continuaria, pois da classe trabalhadora novos valores intelectuais emergiriam. Mas se pegássemos na classe trabalhadora e os mandássemos ao mar, o país parava. Isto ajuda a perceber a extrema importância da classe trabalhadora, assim como da necessidade de coexistirem trabalhadores e intelectuais.
Não é admissível que um(a) trabalhador(a), numa fábrica, numa oficina, na construção civil, onde quer que seja, muitas vezes correndo riscos elevados de vida (porque nem sempre as empresas fornecem as melhores condições de segurança para a execução do trabalho) possa auferir o ordenado mínimo, e o seu chefe de departamento ganhe 3,4 ou 5 vezes mais, quando muitas vezes nem tem a performance profissional adequada para o seu lugar. Se existem quadros médios claramente mais eficientes do que os seus superiores, como podem sentir-se motivados para trabalhar sabendo que recebem três, quatro ou cinco vezes menos que quem, no fundo, acaba por receber indevidamente os louros do seu trabalho? Como podemos sentir motivação para trabalhar em Portugal quando um ordenado de mil euros é visto como um ordenado mediano, e noutros países dentro a Europa e da União Europeia, profissões mais humildes podem auferir quase o dobro, com o dobro das regalias sociais?
Urge que os principais economistas da nossa praça consigam fazer entender aos nossos legisladores políticos que é imperativo pagar mais e melhor, para garantir uma melhor circulação de capital.
Muitos académicos e economistas poderão dizer que esta medida traria mais despesa e ninguém quereria ir para a faculdade. Falso! O que é preciso é haver uma interligação entre Ensino Secundário, Ensino Superior e Mercado de Trabalho, no sentido de explicar aos jovens que mercado de trabalho existe no seu país e no seu continente, para que cada uma faça a sua escolha, havendo um acompanhamento constante dessa evolução, salvaguardando assim que se continue a formar pessoas nas áreas que o mercado de trabalho mais necessita, para no caso de haver excedente de profissionais qualificados e não qualificados em certas áreas, poder fomentar-se a livre circulação de trabalhadores dentro da União Europeia com mais segurança e eficácia.
Quanto ao trazer mais despesa também é um argumento falacioso, pois tal deveria ser encarado como um investimento, já que qualquer trabalhador que disponha de capital, ou consome (garantindo a circulação salutar de capital na economia) ou coloca em poupança (garantindo a existência de capital nos mercados financeiros).
Aumentar a confiança dos Trabalhadores, Justiça mais solidária e célere, diminuir o fosso do dualismo económico, apostar na formação profissional como um Direito inalienável, são alguns dos caminhos a seguir para recuperar a estabilidade económica.
Frise-se ainda que urge reorganizar a sociedade de forma a criar pontes entre escolas secundárias e ensino superior, entre escolas secundárias e mercado de trabalho e entre ensino superior e mercado de trabalho, para mudar culturalmente uma sociedade, que actualmente, vive mais à base da desinformação do que da informação ou da formação.
É que, quando o Sábio aponta para a Lua, o tolo olha para o dedo…

segunda-feira, 29 de março de 2010

Entrevista TSD Caldas à Rádio 94.8FM

Reunião TSD de Caldas, às 20h, dia 30 de Março, na sede

Hoje, dia 29 de Março de 2010, pelas 20h, haverá reunião dos TSD de Caldas da Rainha, que é aberta a todos os militantes e simpatizantes.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Integração na Comissão Política de Secção do PSD de Caldas da Rainha

Na quinta-feira, dia 18 de Março, ficou oficializado a integração do Presidente do Núcleo dos Trabalhadores Social Democratas de Caldas da Rainha, Jorge Santos, na Comissão Política de Secção do PSD de Caldas da Rainha, tendo o Dr. Fernando Costa, assim como todos os presentes, dado as boas vindas à equipa caldense TSD.

Porque nos candidatámos ao Núcleo TSD de Caldas da Rainha

O Núcleo TSD (Trabalhadores Social Democratas) de Caldas da Rainha foi eleito no dia 28, resultando na eleição de uma Direcção composta por cinco elementos de experiências profissionais completamente distintas, com o propósito de se afirmar na defesa dos direitos dos trabalhadores.

O que nos une é um simples facto, mas que constitui facto de vergonha: desde o século V a.c. na Grécia Antiga até aos nossos dias, muitos homens e mulheres morreram na luta pela legalização de Direitos Fundamentais do Homem, como a Igualdade, a Liberdade de Expressão, o acesso ao trabalho organizado, enfim, todo um conjunto de princípios económicos, sociais e políticos importantíssimos para que as sociedades modernas pudessem ser mais democráticas e verdadeiramente livres. Actualmente, em pleno século XXI a maior parte dessas Leis fundamentais para cidadãos em geral, e trabalhadores em particular, estão já consagradas como Lei nos Estados Democráticos de Direito, mas são constantemente desrespeitados e ignorados.

Mulheres que engravidam e são despedidas sem justa causa, empresas que obrigam a trabalhar Domingos e Feriados sem pagar a dobrar nem dar folgas, homens e mulheres nos mesmos postos estando o homem com maior salário, descriminações nos locais de trabalho devido a diferentes práticas culturais, sexuais ou religiosas, abuso dos trabalhadores sobretudo em situações de desconhecimento da Lei, ameaças, perseguições, entre muitas outras, são algumas das irregularidades que ocorrem na vida laboral.

O que nos propomos é fazer a defesa dos Trabalhadores, e para isso colocamo-nos à disposição de todos aqueles que queiram solicitar-nos apoio nessa luta, anonimamente ou não.

Sabemos que muitos são aqueles que labutam com condições ilegais, e por vezes perigosas para si próprio, sob pena de ameaças de despedimento ou outros tipos de pressão. Por isso mesmo, estamos à disposição dos que necessitem de apoio nas lutas dos seus Direitos fundamentais, quer no meio privado, quer no meio público, garantindo o seu anonimato, de forma a evitar quaisquer repercussões.

Não temos a autoridade para resolver directamente os conflitos, mas iremos alertar publicamente todas as irregularidades que possamos vir a ter conhecimento, e iremos encaminhar as queixas para quem tem a obrigação de investigar alegadas irregularidades (Inspecção Geral do trabalho, Tribunal de Trabalho, entre outras) acompanhando todo o processo, por forma a garantir que o caminho seguido pelas autoridades competentes é o correcto.

Dialogar com as entidades também poderá, sempre que se justificar, vir a ser um meio de tentativa de resolução de conflitos, pois o objectivo não é encarar as entidades patronais como inimigos, mas sim como parceiros.

Só assim poderemos ajudar a devolver a confiança ao trabalhador, ao mercado de trabalho, às entidades patronais, às entidades fiscalizadoras e às entidades judiciais, pois actualmente temos uma sociedade que desconfia de tudo e de todos.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Entrevista na Rádio 94.8FM esta quinta-feira

Esta quinta-feira, dia 4, a partir das 19h, o Núcleo dos TSD de Caldas da Rainha estará em directo na Rádio 94.8FM para dar uma entrevista.

Alguns Líderes e Hino PSD